“A saudade é um filme sem cor que o meu coração quer ver colorido. A saudade é prego parafuso, quanto mais aperta, tanto mais difícil arrancar. A saudade é um trem de metrô subterrâneo, obscuro, escuro, claro é um trem de metrô...” Zeca Baleiro Saudade dos bons tempos idos.
Leitura como terapia