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Mostrando postagens com o rótulo viver

Iracema - Resenha

Leitura feita no ano passado desse livro do cearense José de Alencar. Iracema foi escrito na fase indianista do autor e, sendo assim, tem forte expressão nacionalista. A obra retrata o nativo brasileiro sob a ótica do ideal romântico. Aqui há a personificação do encontro entre a natureza (Iracema) e a civilização europeia (representada pelo navegante Martim). A palavra "Iracema" é um anagrama da palavra "América" e o nome "Martim" faz alusão ao deus romano da guerra. Nessa parábola minuciosa nasce o primeiro cearense, chamado Moacir, que significa "dor". É interessante a construção dessa narrativa feita por José de Alencar, embora leve e curta, ela traz muita informação e reflexão sobre o processo de colonização do Brasil.

Uma vida com propósitos - Resenha

Esse é o livro que gostaria que não tivesse fim. Rick Warren fez com que voltasse o meu olhar para mim, para o próximo e para Deus. Ao longo da vida há um momento em que muitos se questionam sobre o seu propósito no mundo e sobre o agir de Deus. Nesse livro, o autor nos convida para uma jornada de 40 dias e, em cada dia, 1 breve capítulo deve ser lido. Breve, mas profundo. Por isso há um capítulo diário, para que possamos refletir e meditar sobre as implicações de cada capítulo em nossa vida. Warren oferece diretrizes para elaborar e aplicar o propósito. A sensação de acolhimento e de esclarecimento sobre nós, Deus, sobre propósitos... É um acalento. E o que mais me tocou é que nosso propósito de vida não é algo de extraordinariamente difícil, já que consiste em servir ao próximo. E para servir basta usarmos a nossa FORMA, o que a gente tem de melhor para oferecer: um abraço, um alimento, uma palavra, uma oração, um sorriso [...]. A nossa vida precisa de um propósito e, para...

A cabana - Filme

Quero muito ler o livro. Sobre o filme, a história sobre um homem chamado Mackenzie, me emocionou. Ele que trazia consigo feridas da infância e que passou pelo terrível momento de perder sua filha, Missy, 6 anos, de forma violenta e nunca encontrada. Na minha opinião a história retrata todo o processo que as pessoas enfrentam ao perder quem amam. As fases do luto são: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Processos naturais do ser humano que agem como um mecanismo de defesa. Vemos Mackenzie passando por todas essas fases sentindo culpa, solidão, dúvida, arrependimento e tristeza. Só que ele consegue chegar a aceitação com o auxílio da espiritualidade. É através do amadurecimento espiritual que ele faz as pazes consigo mesmo e com Deus. Mack tem um encontro com Deus, Jesus e o Espírito que, acredito, aparecem personificados para melhor visualização das conversas e ações das personagens.  Nesse encontro Mack questiona. Como muitas vezes também já fize...