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Mostrando postagens com o rótulo Dostoiévski

Gente Pobre - Resenha

Esse é o meu livro, ou melhor, o tipo de literatura que gosto de ler: romance social. O primeiro livro publicado por Dostoiévski foi Gente Pobre, em 1845, um romance epistolar (história desenvolvida através de cartas). A narrativa se desenvolve por intermédio da troca de cartas entre o senhor Makar e uma jovem chamada Varvara. Ambos em situação de pobreza, se descobrem parentes distantes e mutuamente se ajudam, da forma que podem. Fato é que, para além da ajuda financeira, a existência do outro e a comunicação entre eles, é o sustentáculo que os mantém vivos em meio a tantas dificuldades e desesperança. Dosto traz "o homem sem importância" como personagem central e mostra a imagem interior daquele que, em meio a situação de pobreza e humildade social, é um ser pleno, capaz de pensar, sentir e agir de maneira profunda. Gente Pobre fala sobre as questões sociais e assim, Dosto através do copista - funcionário inexpressivo na repartição pública de Petersburgo - faz...

Opinião é experiência

É tão comum encontrarmos tantos achismos carregados de desconhecimento, preconceitos e construções sociais rasas.  Sendo assim, essa frase é um convite para o exercício da empatia . Às vezes só precisamos ouvir e respeitar, não é obrigado ter e emitir instantaneamente uma opinião formada sobre tudo.  É de suma importância reconhecer a ignorância e buscar construir o conhecimento . Para isso, é necessário absorver informações em diferentes aspectos, compreendê-las e associá-las com a própria vivência para ter uma base.  O que não podemos é criar um parâmetro universal para tudo. Temos experiências distintas, podem até terem semelhanças, mas nunca igual. Somos únicos. Sentimos diferente. O que não devemos é diminuir a dor do outro, descredenciar uma habilidade, anular algo que não temos experiência ou tivemos, mas de forma diferente.