Em um post falei que acho um privilégio o fato de algumas pessoas estarem em ofícios dos quais sempre desejaram, se descobriram e que decerto amam a profissão.
Mas, entretanto, contudo, todavia... É lastimável quando chega a hora de optar por qual carreira profissional seguir e se depara com a pressão do mundo moderno, do capitalismo selvagem. E fica a incógnita: escolher o que te faz feliz ou o que lhe será mais rentável?
O foco finda sendo a rentabilidade, na maioria dos casos, mas a jornada árdua, a correria do dia a dia e as intempéries que vão surgindo ao longo da caminhada, ficam complicadas de suportar e isso acarreta com o passar do tempo a sensação de vazio e crises existenciais.
Estou persuadida de que com tamanha acessibilidade que temos hoje, com essa concorrência exacerbada, uma escolha interessante é fazer o que realmente gosta e tem aptidão para explorar o potencial. Se destacar fazendo a diferença e o melhor naquilo que se dispôs a fazer.
Mas, entretanto, contudo, todavia... É lastimável quando chega a hora de optar por qual carreira profissional seguir e se depara com a pressão do mundo moderno, do capitalismo selvagem. E fica a incógnita: escolher o que te faz feliz ou o que lhe será mais rentável?
O foco finda sendo a rentabilidade, na maioria dos casos, mas a jornada árdua, a correria do dia a dia e as intempéries que vão surgindo ao longo da caminhada, ficam complicadas de suportar e isso acarreta com o passar do tempo a sensação de vazio e crises existenciais.
Estou persuadida de que com tamanha acessibilidade que temos hoje, com essa concorrência exacerbada, uma escolha interessante é fazer o que realmente gosta e tem aptidão para explorar o potencial. Se destacar fazendo a diferença e o melhor naquilo que se dispôs a fazer.

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