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Blá, blá, blá

Sabe quando temos 15 anos e fazemos uma série de planos para ser seguidos e conseguir concretiza-los quando estivermos com nossos 20/25 anos? É legal, não é? Uma sensação gostosa de dever cumprido, de vitória, realização... Enfim, é uma explosão de alegria e bem-estar que só aumentam a vontade de seguir em frente.

Mas quando esses objetivos não são atingidos e passam da validade estipulada por nós, um aperto acomete o nosso peito, a atmosfera parece ficar mais densa e há dificuldade para respirar. O frustrante não é nem o fato de não ter conseguido, mas de não ter forças para continuar tentando; ruim é paralisarmos quando necessitamos correr.

Há momentos e momentos, pessoas e pessoas, razões e razões... Há casos onde conseguimos seguir em frente com a força que nem sabíamos que tínhamos; mas há instantes também que não conseguimos fazer nada a não ser esperar/desesperar.

Muitas pessoas consideram frescura o fato de alguém estar com quadro de depressão e quando a mesma está frequentando um psicólogo. Mas não é bem assim... Depressão é um assunto muito sério.

Entretanto com todas as vivências... Venho tentando aplicar no meu cotidiano o exercício diário de não julgar as pessoas. Tenho de admitir que não é nada fácil, porém ainda assim estou tentando paulatinamente procurar entender o por quê das pessoas serem como são (sejam elas trsites, zangadas, alegres ao extremo, desvairadas...), afinal todos temos nossas razões claras ou não.

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