Pular para o conteúdo principal

Blá, blá, blá

Sabe quando temos 15 anos e fazemos uma série de planos para ser seguidos e conseguir concretiza-los quando estivermos com nossos 20/25 anos? É legal, não é? Uma sensação gostosa de dever cumprido, de vitória, realização... Enfim, é uma explosão de alegria e bem-estar que só aumentam a vontade de seguir em frente.

Mas quando esses objetivos não são atingidos e passam da validade estipulada por nós, um aperto acomete o nosso peito, a atmosfera parece ficar mais densa e há dificuldade para respirar. O frustrante não é nem o fato de não ter conseguido, mas de não ter forças para continuar tentando; ruim é paralisarmos quando necessitamos correr.

Há momentos e momentos, pessoas e pessoas, razões e razões... Há casos onde conseguimos seguir em frente com a força que nem sabíamos que tínhamos; mas há instantes também que não conseguimos fazer nada a não ser esperar/desesperar.

Muitas pessoas consideram frescura o fato de alguém estar com quadro de depressão e quando a mesma está frequentando um psicólogo. Mas não é bem assim... Depressão é um assunto muito sério.

Entretanto com todas as vivências... Venho tentando aplicar no meu cotidiano o exercício diário de não julgar as pessoas. Tenho de admitir que não é nada fácil, porém ainda assim estou tentando paulatinamente procurar entender o por quê das pessoas serem como são (sejam elas trsites, zangadas, alegres ao extremo, desvairadas...), afinal todos temos nossas razões claras ou não.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Uma vida com propósitos - Resenha

Esse é o livro que gostaria que não tivesse fim. Rick Warren fez com que voltasse o meu olhar para mim, para o próximo e para Deus. Ao longo da vida há um momento em que muitos se questionam sobre o seu propósito no mundo e sobre o agir de Deus. Nesse livro, o autor nos convida para uma jornada de 40 dias e, em cada dia, 1 breve capítulo deve ser lido. Breve, mas profundo. Por isso há um capítulo diário, para que possamos refletir e meditar sobre as implicações de cada capítulo em nossa vida. Warren oferece diretrizes para elaborar e aplicar o propósito. A sensação de acolhimento e de esclarecimento sobre nós, Deus, sobre propósitos... É um acalento. E o que mais me tocou é que nosso propósito de vida não é algo de extraordinariamente difícil, já que consiste em servir ao próximo. E para servir basta usarmos a nossa FORMA, o que a gente tem de melhor para oferecer: um abraço, um alimento, uma palavra, uma oração, um sorriso [...]. A nossa vida precisa de um propósito e, para...

O incêndio de cada um

Fico encantada quando vejo pessoas que trabalham com o que amam. Às vezes ficava observando os professores que já tive e era perceptível quando estavam fazendo o que gostam de fazer de verdade. O empenho em esclarecer os assunto, o domínio do conteúdo, a dedicação em ensinar, a humildade em reconhecer o que não sabe, mas buscar aprender; a paciência e até as frustrações por se doar demais e não ver o retorno tão merecido. Uma vez li um texto do Affonso Romano de San'Anna chamado " O incêndio de cada um ", e lembrei desses e de outros profissionais, e retrata o momento em que você se descobre e um desses momentos ( eu acho ), é aquele que você percebe o que realmente nasceu para fazer. É lindo ... seguee: " Há um momento de sedução típico de cada um. Quando o indivíduo está assentado no que lhe é mais próprio e natural . E isto encanta.   Claro, esses são exemplos até esperados. Mas há outros modos de o corpo de uma pessoa embandeirar-se como se t...

O elogio ao ócio - Resenha

Esse #tbt é para lembrar desse livro esquecido na prateleira, mas que levanta uma discussão sobre um tema que merece ser debatido e refletido, sobretudo atualmente. . Embora a rapidez e a multiplicidade de tarefas seja o assunto em voga, é importante questionar se estamos vivendo da maneira como gostaríamos de viver ou se é apenas porque a sociedade impõe um modelo a ser seguido. O elogio ao ócio de Bertrand Russell é um compilado de 15 artigos. Ele aborda o ócio como elemento fundamental no dia a dia. O ócio e o conhecimento contemplativo, para Russell, é ideal para que a sociedade tenha uma vida saudável, com redução da carga horária de trabalho para 4h diárias a fim de que pudéssemos nos dedicar mais à cultura e lazer. Entretanto para muitos, o conhecimento "inútil" é irrelevante, pois são prisioneiros do "culto da eficiência", ou seja, valorizam o conhecimento pelos benefícios econômicos e pelo aumento do poder que podem exercer sobre outras pessoas...