A vida é tão curta e passa tão rápido. Lembro-me como se fosse ontem, eu no auge das crises da adolescência aos 15 anos de muita confusão, rebeldia e descobertas. E assim, de repente, surpreendo-me tendo que lidar com as responsabilidades e a seriedade aos 21 para assumir as consequências e as escolhas feitas aos 15.
Há uma infinidade de fatos que se sucederam entre esse espaço de tempo e é estranha essa desproporção onde a quantidade de experiências vividas parece ser absurdamente superior a quantidade do tempo.
Nessa era Google de uma porção de informações numa velocidade e num crescimento desenfreado sobre uma variedade inenarrável de assuntos... Toda essa rapidez, essa quantidade... É fascinante, mas é também muito assustadora às vezes.
Todos esses links, esses cliques... é o que fazemos a todo o momento na nossa vida onde cada ação nos traz uma reação que nos levará a ter outra ação e assim sucessivamente como acontece com os links supracitados onde cada clique nele nos levará a outro e a outro e a outro link.
Refletindo em tudo isso me lembrei de uma música que me faz pirar, chama-se “Simple man” do Lynyrd Skynyrd que inclusive já postei um vídeo dessa canção no blog. Ela relata os conselhos de uma mãe para seu filho quando jovem. E toda vez que ouço é como se fosse pela primeira vez e sempre percebo que há inúmeras coisas em que eu preciso mudar em mim. Com toda essa rapidez de tudo em que vivemos, acabamos por vezes nos esquecendo do que acreditávamos; do que deveríamos ser; dos nossos valores... E depois quando finalmente paramos para nos olhar no espelho, já não nos reconhecemos mais.
Essa música funciona para mim como um lembrete e a cada decisão eu lembro do que diz essa canção e reflito mais uma vez para saber que estou fazendo o que deve ser feito e que estou agindo corretamente.
Baby be a simple kind of man!
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